domingo, 30 de maio de 2010

Brick Bradford - 004

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

O desenho de Clarence Gray era mais simpático que o de Paul Norris.


Anos atrás visitei a Biblioteca nacional de Montevideo, Uruguai, onde achei preservados e encadernados, os suplementos semanais das quartas feiras do extinto Jornal "La Mañana", com as aventuras de página inteira do Príncipe Valente, Flash Gordon e Brick Bradford.


Levei três semanas para ler tudo o que foi publicado entre 1954 e 1962, já com as páginas finais de Paul Norris.


Houve três "Piãos do Tempo" nesse período. O primeiro está no quadrinho acima, que depois sofreu uma modificação, com um módulo adicional em 1956, numa aventura no planeta Ostar, com a princesa Farla, e um terrível vilão que dominou a mente do planeta inteiro...


No retorno à Terra Brick foi apresentado a um Pião com este Formato:

Com ele Brick e um amigo jornalista fizeram uma viagem no tempo de um milhão de anos no futuro, (em busca de um cientista perdido, o professor Quentin Quado, amigo de Salisbury) onde encontraram um mundo sinistro, onde assoprava um vento terrível, tão terrivel que os edificios estavam contruídos de forma aerodinâmica para pelo menos lutar contra o vento.


Ressolveram que Quentim Quado não deveria estar aí e avanzaram mais um milhão de anos no futuro.


Na Terra de dois milhões de anos no futuro, uma Terra cuja metade era dominada por um ditador terrível, encontraram discos voadores e máquinas maravilhosas, e no outro lado do mundo (o mundo livre) um paraíso de abundância e felicidade, onde encontraram o professor perdido.

E agora continuamos a historinha portuguesa:

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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.25

1.25
–Vimos que passaram a Lua e vimos quando Valerión separava-se de vocês.
–Estabelecemos o rumo, Elvis; aceleramos para 120.000 km por hora, o que nos deixará em nosso destino em mais ou menos 30 dias segundo o computador.
–Certo. Nos comunicamos com vocês daqui a 24 horas. De acordo?
–Sim, de acordo. Aldo desliga.
Ao alcançar a velocidade de cruzeiro, os motores foram desligados para entrar em inércia. Depois de organizar-se, viram que na Antártida seria hora de jantar. Foi tudo disposto para comer num dos camarotes, onde foi desdobrada a mesa de parede.
Com a nave em piloto automático; tiveram o primeiro jantar da viagem, no qual conversaram, riram, choraram, e acertaram turnos de guarda. Um rodízio de quatro horas que não afetaria a rotina e serviria para vigiar o painel, o computador, o radar e o rádio. Era uma vigilância simbólica, o computador era quem pilotava. Dispararia o alarme e ligaria o escudo em caso de problemas.
*******.

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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 004

Abismos Invisíveis.
(como sempre, clik na imagem para aumentar.)

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner.
As aventuras de Sirio Prage.






Ainda os homens não tinham desembarcado na Lua...
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...
A imaginação de escritores e desenhistas era livre...

Toda quarta feira.

domingo, 23 de maio de 2010

Brick Bradford -003

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Posteriormente, a série Brick Bradford foi reimpressa em outras revistas em quadrinhos, visto que a King Features começou a se expandir neste mercado editorial a partir de Abril de 1936 com a King Comics, (juntamente com Zé Fumaça, Henry, Popeye e Pafúncio e Marocas entre outros) bem como com a Ace Comics, de 1947 a 1949. A medida que as histórias antigas eram reimpressas, uma nova série estrelada por Brick foi editada na Standard Comics (juntamente com Fighting Yank e Supermouse), mas a série foi logo cancelada.

Brick Bradford reapareceu em 1960 na King Comics (série original, não reimpressa) junto com outros clássicos como Fantasma e Mandrake. Os quadrinhos também tiveram um filme baseado neles bem como uma série de livros (Big Little Books) e um seriado cinematográfico em 12 capítulos produzida pela Columbia Pictures em 1947.

A série terminou em 25 de Abril de 1987. Ritt havia se cansado de escrever as histórias de Brick em 1948, Gray teve problemas de saúde e parou de desenhar para a série em 1952 e Paul Norris (que mais tarde criou Aquaman e trabalhou nas séries Agente Secreto X-9, Vic Jordan e Jim das Selvas), aposentou-se em 1987.

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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.24

1.24
Logo estavam em suas tarefas, Marcos estabeleceu o rumo à Lua, para deixar o Dr. Valerión. Este e Aldo reuniram-se no camarote do último.
–A Lua é ainda mais segura do que Antártida e trabalhará muito e tudo o mais. Mas o que me preocupa é deixá-lo aqui. Quando virá conosco?
–Quando estiver preparado. Quero acabar meus projetos, juntar gente que recusou a Marca e salvá-la deste mundo em dissolução. O ano que vêm a situação vai piorar.
–Mais do que já está?
–Segundo meus amigos do Esquadrão Shock; eles vão proclamar “deus” o nefasto Grande Irmão; esse maldito Anticristo, e vão fazê-lo adorar como tal. Isso quer dizer que haverá uma guerra cataclísmica, um Armagedon. Então será muito bom que vocês, minhas crianças, estejam longe disto.
–Mas doutor, e você?
–Estarei bem. Não voltarei mais para a Terra. Ficarei na Lua até poder seguir em frente, atrás de vocês. Talvez num ano ou dois. Quem sabe?
–Isso é tempo demais sem a sua presencia. Sentiremos sua falta. Após todos estes anos trabalhando juntos acho que até aprendemos a ler-nos o pensamento.
–Todos estes anos nos preparam para este momento. Vocês vão para Marte e eu para meu laboratório fortificado e secreto na Lua. Cada um para seu trabalho. Em pouco tempo irei atrás de vocês.
–Sentirei falta dos seus conselhos...
–Acho que já te dei todos. Eu te preparei para ser um Líder, agora já o és, deverás comandar a raça humana antártica na conquista do espaço vital para nosso povo, essa é a tua missão. Não sou mais necessário como líder. Devo poder trabalhar livre sem preocupar-me por vocês. Quando for reunir-me contigo já serás um líder reconhecido pelos que te seguirão. Então seguirei tuas determinações; tu serás o Líder e eu apenas um simples cientista, como deve ser. Deves cumprir o que se espera de ti, com tudo que se fez para preparar-te, educar-te, treinar-te; isso sem contar com a complicada eugenia do teu nascimento...
–Vamos entrar na órbita lunar – disse Marcos interrompendo a conversa.
–Não é necessário – disse o cientista – Abordarei meu avião, mantenham a velocidade para poupar combustível.
Valerión despediu-se de todos. As moças derramaram algumas lágrimas que flutuaram pela ponte antes de serem sugadas pelos condutos de ventilação. Depois desceu pelo escotilhão para as dependências inferiores; acompanhado por Lúcio e Boris, até a escotilha que comunicava com o container. Ajudado pelos amigos, entrou no corredor vertical que comunicava com o mini-hangar do mesmo. Em seguida entrou no avião, o qual foi solto por Lúcio, com o que, começou a afastar-se da nave, enquanto Boris fechava a escotilha. Minutos depois, em direção à Lua, o pequeno avião se fez tão pequeno que quase não se enxergou mais à simples vista.
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 003

Abismos Invisíveis.
(como sempre, clik na imagem para aumentar.)

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner.
As aventuras de Sirio Prage.



Ainda os homens não tinham desembarcado na Lua...
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...
A imaginação de escritores e desenhistas era livre...

Toda quarta feira.

domingo, 16 de maio de 2010

Brick Bradford - 002

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...


A HQ de ficção científica lembrava quadrinhos tais como Skyroads, Buck Rogers e Flash Gordon visto que suas histórias características giravam à roda de temas como dinossauros, vilões intergalácticos, robôs e mundos sub-atômicos. Em meados dos anos 1930 a popularidade de Brick Bradford aumentou grandemente e a série ganhou uma edição semanal iniciada em 24 de Novembro de 1934, bem como já havia começado a aparecer nos suplementos dominicais dos grandes jornais em 1933, 15 meses antes de sua publicação semanal.

Em 20 de Abril de 1935, a série Brick Bradford ganhou uma máquina do tempo (no formato de um pião, que tanto podia ir para o futuro quanto para o passado) chamada de Time Top nos quadrinhos (similar àquela de Brucutu), a qual tornou-se um produto básico para a série pelos anos seguintes, bem como significou o primeiro uso regular de viagem no tempo numa HQ..

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Isto era o que me fascinava: a possibilidade de viajar no tempo...!
Continua no próximo domingo.


sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.23

1.23
Finalmente, chegou o dia da partida.
–Quando vocês estiverem no espaço, eu já não estarei na Antártida – disse o Dr. Valerión, já vestido com seu traje espacial e ajudando Aldo a colocar o seu.
–Para onde vai?
–Para a minha empresa INDEVAL Motores, na Cara Oculta. Vou continuar o projeto baseado no motor de impulso alienígena. Planejo uma nave maior que inclusive será mais veloz e terá mais raio de ação do que as naves da classe Antílope.
–Já imaginou se encontrássemos os Alfas Cinzentos em Marte?
–É por isso que vocês vão bem armados, rapaz. Não sabemos o que vão encontrar por lá. A ditadura sabe muita coisa que nos oculta.
–Temos que agir quase no escuro com eles.
–Não te preocupes mais com isso. É preciso que encontres um local bom para nós, onde possamos reconstruir nosso estilo de vida e esquecer deste mundo satânico, materialista e perverso... Valha-me o pleonasmo!
–Fico preocupado com você, Valerión.
–Estarei bem, não te preocupes; eu já disse. Terei muito trabalho na Lua. Reconstruirei a base militar e enviar-te-ei fábricas desmontadas do que necessitamos. Mas para isso preciso que te estabeleças em Marte de maneira firme e segura. Não posso te ajudar quanto a isso. Dependerá unicamente de ti que tenhamos uma cabeça de ponte confiável lá. A Lua não tem recursos para uma longa frente de batalha. Marte pode tê-los em abundância e está bem longe. Eles não podem nos pegar lá. A Lua, como sabes, está ao alcance de mísseis. Não é segura.
–Sei. Deveremos ser implacáveis. Marte será nosso, custe o que custar.
–Sim – disse Valerión – Aliás, poderia dar-me uma carona até a Lua?
–Claro.
–Fixem o avião no container! – disse o cientista, pelo telefone de pulso.

Uma hora depois, embarcaram no veículo que os levaria à plataforma.
Lá fora, o frio era insuportável. Embora a Antílope pudesse decolar para o espaço como um avião comum, desta vez decolaria verticalmente como um foguete, já que rebocaria o imenso container, ajudada por dois foguetes auxiliares. A nave, coberta de neve, estava encaixada pelo ventre no container e aos lados deste, os dois motores foguete, como se fosse um antigo shuttle do século passado.

Os homens desceram do veículo e entraram no elevador, enquanto os preparativos eram terminados. O avião espacial de Valerión já tinha sido introduzido nos encaixes correspondentes do container. Uma vez no topo, entraram pela escotilha superior de emergência, e se dirigiram à ponte com uma certa dificuldade, devido à posição vertical da nave.

–Doutor, vá para meu camarote e amarre-se na minha poltrona.
–Sim, capitão.
–Aldo para Torre! Como está a área?
–Limpa – respondeu Elvis, de plantão na torre – o pessoal está nos refúgios.
–O céu está limpo?
–Apenas nossos caças de patrulha. Há aviões inimigos na área, desesperados.
–Sem dúvida. Vamos dar o nosso show.
–Vão para as estrelas com a benção dos Deuses!
–Dos Deuses do Bem, Elvis. Marcos; dê o contato. Já vamos tarde.
Marcos girou a chave e levantou os interruptores dos tubos principais e dos auxiliares. Dez luzes vermelhas acenderam-se; passando para amarelo e para verde.
–Ligue o antigravitator, Marcos.
–Antigravitator ligado.
–Bem. Todos amarrados?
–Sim – responderam todos.
–Vamos decolar – disse Aldo apertando o botão de partida.


Os motores rugiram e a nave estremeceu-se. Os tubos de Vitrocerâmica ficaram incandescentes; ofuscantes quanto uma explosão atômica, vaporizando o gelo e a neve. Aldo empurrou os aceleradores e a nave elevou-se verticalmente, deixando uma esteira de fumaça, dando espetáculo para o inimigo das redondezas; mantido à raia pelos caças antárticos.
No visor da frente o azul transformou-se em preto, aparecendo estrelas. Em seguida brilhou a luz verde no painel e Aldo largou os aceleradores.

O silêncio da ponte, só interrompido pela respiração de todos nos fones dos capacetes, foi quebrado pela voz de Aldo:
–Mais uma vez estamos em nosso elemento.
–Graças aos Deuses – suspirou a sacerdotisa odínica.
Admiravam o espetáculo; quando a porta da ponte abriu-se de repente e entrou uma figura grotesca, flutuando como bolha de sabão. Valerión perdera o apoio das solas magnéticas e não conseguia voltar ao chão.
–Quê houve, Doutor? – disse Lúcio soltando uma risada.
–Me ajudem a descer, liguem a gravidade artificial, façam algo! Por Júpiter!
Lúcio estendeu uma mão ao doutor. Marcos ligou a gravitação artificial e Valerión foi caindo lentamente no solo.
–Não é que eu ache duro demais o beliche, minhas crianças, mas não me seduz a idéia de passar a viagem toda no ar.
Todos riram, enquanto Nico anunciava:
–Atmosfera e pressão normal, sem goteiras. Podem tirar os capacetes.
–Certo – disse Aldo – Nossa jornada se inicia, amigos.
Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve – disse Valerión.
–Esperemos que sim – respondeu Aldo sem entender a citação.
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.






quarta-feira, 12 de maio de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 002

Abismos Invisíveis.
(como sempre, clik na imagem para aumentar.)

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner.
As aventuras de Sirio Prage.



Há algo de "Avatar", uma civilização mais adiantada querendo algo de outra menos avançada.

Toda quarta feira.

domingo, 9 de maio de 2010

Brick Bradford - 001

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

...Eu era (e ainda sou) um fã apaixonado das aventuras de Brick Bradford, que pararam de ser escritas e desenhadas em 1987.

Durante muito tempo ele foi capaz de confraternizar com o clássico por excelência do gênero nas histórias em quadrinhos: Flash Gordon e Buck Rogers.

Deve ter sido o primeiro herói ruivo vestido com uma camiseta que lembra hoje Bruce Willis em Duro de Matar.

É apresentado como filho rico de um bilionário e também piloto, mais de acordo com o ideal de exotismo predominante na década de trinta.

Ele teve uma clara influência nas histórias e filmes atuais: sua relação com um arqueólogo erudito, o Professor Salisbury, e sua bela e liberada filha June; com uma afinidade com Indiana Jones e sua turnê de civilizações perdidas, em constantes aventuras, quer na Terra ou em outro lugar.

Suas emocionantes aventuras, talvez sem rima ou razão, o tornavam capaz de estender um quadro e dar sempre atrativos, antes ainda que a American Sindicate coagissem a liberdade de expansão em oito semanas de exposição, meio e fim.

Algumas das mais emocionantes aventuras de Brick Bradford chegaram a ser superiores a um ano, o que permitia aos seus autores expandir o argumento e alterá-lo à vontade.

O charme da série é que o ritmo de suas aventuras impediam qualquer tentativa de prever como iam acabar.

Brick Bradford é nobre e determinado, um herói puro, mas não menos ilustre do que seus concorrentes e / ou herdeiros.

O desenho nervoso de Clarence Gray o enfrenta a mongóis, piratas, canibais, Vikings, sobreviventes improváveis de todas as civilizações perdidas em fortalezas ou no remoto império Inca, sempre de acordo com o roteirista William Ritt.

O componente combina ficção científica e fantasia heróica, com um ar de romance popular digno de Bill Barness, de quem parece ter as iniciais, e embora a tira diária apresentara um caráter mais heróico e ligado às coisas terrenas, logo a página de domingo (talvez pelo apelo da cor, o que poderia ajudar a trazer mais elementos exóticos e onde os escritores tradicionalmente se esforçavam mais) estava sujeita à ficção científica, as melhores aventuras do personagem, talvez o que acabaria por mudar para os grandes cientistas foram a incursão inovadora do protagonista e seu amigo Professor Kalla Kopack no mundo atômico de uma moeda de cobre de um centavo (a partir de fevereiro 1937 a janeiro de 1938!).

Esta aventura, apresentava diariamente na imprensa as suas civilizações perdidas e suas princesas apaixonadas, vilões de opereta e aeronaves e sistemas solares em miniatura, foi pomposamente intitulado "Viagem ao Centro da moeda (uma aventura no Mundo do Átomo)."

Como detalhe curioso, as páginas de domingo do personagem tinham, em 1935, uma faixa separada, de modo a conseguir o domínio de toda a página do jornal, uma aventura paralela do outro lado já em série.

O Top Time (Pião do Tempo), foi assimilado às aventuras de Bradford, que salta em seguida, e sem confusão para se tornar uma divertida série sci-fi em todos os temas da "space opera" e todos os momentos. (Inclusive foi feito um filme nos anos trintas.)

Destaques da literatura de aventuras se reúnem aqui, com invasões alienígenas, robôs gigantes, viagens ao centro da Terra, raças alienígenas mutantes fauna remanescente de nosso próprio planeta, a segunda viagem de volta no tempo para ser feita ao longo de dez anos de continuidade e já nos anos cinqüenta na mão do artista Paul Norris, os encontros inevitáveis com discos voadores.

Esse foi o quadrinho de aventura do passado; a emoção e o prazer de contar histórias: um sentimento de admiração, no melhor sentido do termo. Os autores se divertiram e foram surpreendidos tanto como os leitores com as aventuras de seu herói.

Nessa época, quando não existia a palavra "nerd" eu era feliz curtidor de quadrinhos... até a Enterprise aparecer.

Apresento agora uma aventura em série (aparecerá aos domingos, como uma homenagem) de Brick Bradford, desenhada por Paul Norris, editada em Portugal, onde nossos nobres amigos portugueses o rebatizaram como "BRIGUE FORTE" :

O professor Salysbury agora é o professor Eastern, e amiga do herói é a jovem Pamela (Pam, para os íntimos)



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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.22

1.22

Em 5 de março, reuniram-se na base de lançamento; Elvis, irmão de Aldo e sua noiva, Linda Blanes; Leif Stefansson, e sua noiva Mara Santos, irmã de Aldo; o Dr. Eric Wilkins, convalescente ainda do tiro que levou dos terroristas, acompanhado da sua noiva; a paraguaia Lina Antúnez e o resto do pessoal que ficaria para formar a tripulação da Antares, segunda nave que partiria para Marte.

O Dr. Valerión anunciara que estava tudo preparado e que só havia que esperar o 20 de março, melhor momento para o primeiro dos lançamentos, pois a distância entre a Terra e Marte, seria ideal. Se algo não funcionasse, deveriam esperar dois anos.

–Tempo demais aturando à ditadura – disse Valerión – será agora ou nunca.
–Já temos tudo selecionado e carregado – disse Aldo – a nave está sendo colocada em posição vertical de lançamento, acoplada no container de carga, em suma, não falta mais nada, Dr. Valerión.
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.







quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 001

Como sempre, clik para aumentar.
Abismos Invisíveis, de Jim Kelly.


Uma história antiga, de uma ficção científica antiga, de um conceit
o antigo.

Toda quarta feira.