AFFONSO BLACHEYRE Algumas palavras antes do prefacio. Conheci o escritor e tradutor Affonso Blacheyre no final dos anos 80 e início dos 90. Foi me apresentado como o tradutor para inglês dos livros da editora na qual eu era gerente. Eu estava no meu gabinete e o diretor da editora me disse quem era esse homem de barba e cabelos brancos. Não sabia eu que se iniciava uma nova etapa da minha vida, onde encontraria um igual para dialogar, debater e ponderar sobre o mundo e o universo. O diretor saiu de cena e Affonso ficou de pé na frente da minha mesa e então disse: –Quero que saiba que eu sou um gênio. –Que bom! – respondi – Agora somos dois! Se iniciava uma amizade que compartilharíamos por sete anos de cartas, visitas, telefonemas, livros, comentários, debates, e muito respeito. Não havia limites para nossos assuntos sobre história, filosofia, política, família e livros. Sete anos para ter um irmão foi muito pouco. Ainda hoje, após 25 anos do seu falecimento, sinto que nossas conv...
Este marciano é bem mau caráter: quer deixar a responsabilidade -e a culpa- com os outros, mas quando vê que não funciona, aperta o botão, impassível. E sem dentes.
ResponderExcluirAliás, com toda aquela tecnologia, ainda não tinham descoberto o implante dentário? Ou ao menos a velha "chapa"?
Imortal se alimenta?
ResponderExcluir