sexta-feira, 19 de março de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.16

1.16
O espião Jack conseguiu sabotar a base militar Nº 1 da resistência contra a ditadura, graças à traição de um funcionário que foi comprado por ele e que colocou um explosivo plástico junto ao gerador principal.

Tarde demais ele soube que não
poderia gastar o sujo prêmio.

Quando Jack se retirou, ele ficou desesperado, mas era

tarde demais para deter a bomba trazida da Terra pelo espião.

Ao explodir a base, ele
ainda estava dentro, lutando para fazer-se ouvir.

Mas ninguém acreditou nele.
Os
ocupantes da base esperavam o ataque de fora, mas veio de dentro, no mais puro estilo do governo mundial: o suborno e a traição.

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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.15

1.15

O pai de Regina e Lúcio, o general Cardelino e o banqueiro Miguel Blanes, pai de Linda e Bárbara; organizaram a rebelião contra a Nova Ordem Mundial junto com o general Preissler, organizador visível do Esquadrão Shock, grupo de homens e mulheres corajosos que resgatou o Dr. Valerión das garras do inimigo. Entre outras coisas, o Esquadrão seqüestrou no espaço um ônibus espacial da ditadura, no fim do século XX, para colocar essa tecnologia a serviço da Causa. Todos eram visados pela ditadura. Tinham a cabeça a prêmio e grotescas mentiras inventava sobre eles a mídia da situação, mentiras que os humanos marcados, ingenuamente acreditavam; com a mente lavada com programas de TV e mensagens subliminares, além de secretas drogas introduzidas em alimentos e bebidas populares de consumo maciço. Era contra isso que os três líderes antárticos lutavam. Infelizmente era tarde. Os assassinos tinham vantagem sobre a Antílope; devido às desacelerações para resgatar as moças; e pousaram antes. Assim que pousaram, uma figura saiu da base num espaço-moto. Era o principal agente infiltrado que a Nova Ordem Mundial colocara na Lua.
–Como estão rapazes?
–Ótimos; Jack – disse Morris.
–Vamos afastar-nos daqui rápido. Deixei um imbecil lá embaixo que vai morrer junto com todo o pessoal da base.
–Colocou a bomba?
–Ele a colocou. Eu não teria acesso ao gerador principal. Mas, vamos rápido!
Enquanto eles falavam, Leif conseguiu equipar-se com um impulsor e saiu fora da nave, tentando avisar; mas o radio do seu capacete era de curto alcance e não foi ouvido pela base, porém o foi pelos criminosos.
–O capitão fugiu! – gritou James.
–Não se preocupem – disse Jack – não precisamos mais dele. Eu posso pilotar.
–Mas ele pode nos delatar.
–Não há problema. É tarde demais. O processo não pode ser detido. Vamos embora daqui.
Leif foi abandonado à sua sorte na superfície lunar e a Selene III decolou.

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