sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mundos Paralelos - capítulo 6 - 6.1

6-6.1

CAPÍTULO VI

Ponto de Apoio, Marte, 2 de junho de 2013 – época atual.

Enquanto Aldo não voltava, Elvis terminara de organizar o acampamento.
As fábricas funcionavam; combustível, vitroplast e vitrotitânio. Era um funcionamento simbólico. Produzia-se uma pequena quantidade de cada coisa, apenas como demonstração de funcionamento para afinar a maquinaria, e estabeleciam-se os parâmetros de funcionamento futuro; quando houvesse mais gente.

A grande Cidade
Antártica, na Terra, começara dessa forma. Apenas as grandes hortas hidropônicas estavam desenvolvidas, pela sua alta prioridade. Faziam-se estudos com solo local e sementes terrestres, para produzir vegetais comestíveis no solo marciano.


Já estavam montados os depósitos de combustível, alguns deles, subterrâneos, que armazenariam o combustível a ser fabricado. Na área Sul estava o poço, a estação purificadora e o depósito de água.
Construíram também uma piscina olímpica coberta para manter-se
em forma.


Na área Norte, estavam os painéis solares que armazenavam energia para
uso diário. A energia solar era mais do que suficiente para manter o escudo em alerta, as comunicações, o suporte de vida nos alojamentos e a iluminação noturna.


Os novos
iglus grandes de alojamento, com capacidade para cerca de oitocentos colonos, já estavam em condições de receber ocupantes, e os velhos seriam desmontados e remontados junto aos novos.


As três pistas e a torre de controle de vôo estavam
terminadas e operantes, e havia dez hangares, para as novas naves a serem fabricadas em Marte, as da classe Hércules, de tamanho semelhante ao dos containeres. Estes estavam quase vazios e alguns tinham sido desmontados para usar as peças.

Os
marcianos; do lado de fora; observavam curiosos; o trabalho dos terrestres. Elvis não lhes permitia a entrada e o escudo permanecia fechado e em alerta, abrindo-se quando uma nave precisava decolar ou aterrissar com material da órbita.


*******.

Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

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