domingo, 31 de outubro de 2010

Brick Bradford - 026

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Brick já viajava no tempo e no espaço...

Brick namorava belas mulheres...

Brick conhecia planetas exóticos...

E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...


(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)



Continua no próximo domingo às 01:07.

Walpurgisnacht

Feliz dia das bruxas!


Hoje é o dia em que nos países do norte as bruxas andam soltas, como estas de Brasil:

Mas...
eu prefiro as adoráveis bruxas
da minissérie en quadrinhos
(como todo mundo está cansado de saber, sou fã de quadrinhos)
intitulada
"Bruxaria":

As três deusas
que eram uma: Hecatae, A Velha, a Mãe e a Donzela,
Deusas da velha religião; a única
não permitida no vasto Império Romano:
a religião das mulheres.

("As bruxas sempre trabalham em três")



Como sempre, clik para aumentar, e se tiver coragem, clique aqui.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 3 - 3.4

3.4
Ponto de Apoio, 1º de maio de 2013.
Amanhece.

Lúcio, Aldo, Boris e Marcos abordaram o Engesa com provisões, água e ar para vários dias e uma barraca inflável de vitroplast do tipo burbuja (bolha, em espanhol). Nico ficou no acampamento com as cinco garotas.

–E não esqueça de ligar o escudo assim que partirmos.


Partiram ao leste, à máxima velocidade possível nesse tipo de terreno, 60 kph,
Lúcio no volante, Aldo ao seu lado, Boris e Marcos na torre.

O equipamento inclui um
escudo portátil e um canhão de 70mm na torre. Após 15 kms chegaram a uma depressão que Marcos batizou em espanhol de “Hondonada Negra”.

O Engesa
parecia um monstro com as suas seis rodas subindo e descendo nas irregularidades do terreno descendente.

–Estamos dez metros abaixo do nível do deserto e a vegetação rasteira é cada vez mais alta, Aldo – disse Lúcio.

–Deve haver água embaixo, a vegetação rasteira tem mais de um metro de
altura. Acelera, que o terreno está parelho.

Após 15 kms, marcados no odômetro, o terreno elevou-se novamente até
alcançar o nível anterior e uma planície com vegetação escassa.

–Aqui é mais seco – observou Marcos – Estamos a trinta kms da base.


–Trinta e três, segundo o odômetro – acrescentou Lúcio.


Uma hora e meia e chegaram à mancha, que vista do espaço parecia vegetação.


–É mesmo vegetação – confirmou Boris.

–Uma selva – murmurou Marcos – Como atravessaremos...?


–Daremos um jeito – respondeu Boris – o terreno é descendente e essas
árvores têm cinqüenta metros. Lá não se deve enxergar o sol.

–Até aqui chegamos – disse Lúcio – Devemos avisar ao acampamento.

–Sim, as garotas estarão preocupadas – respondeu Aldo – daqui retornamos.


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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cientistas propõem viagem sem volta a Marte

Cientistas propõem viagem sem volta a Marte: "Uma missão só de ida reduziria os custos a uma fração do projeto inicial e marcaria o início da colonização humana permanente de Marte."

MUNDOS PARALELOS virando realidade.

domingo, 24 de outubro de 2010

Brick Bradford - 025



Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Existia esta nave maravilhosa, que possuia escudos de defesa, como a Enterprise; podia ficar invisível, como as naves Klingons; e podia viajar no tempo, como a invenção de H. G. Wells:

Era o Pião do Tempo.


E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...


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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 3 - 3.3

3.3
Ponto de Apoio,
(22 de abril de 2013).


...A Antares decolou.

Nos dias 23 e 24, partiram mais duas naves, seguindo a esteira da Antares.

No dia 25; dirigida por controle remoto, desceu de pára-quedas a primeira remessa do container; um blindado de exploração encaixotado; o ENGESA, ótimo para exploração a grande distância em ambiente hostil, movido com um reator nuclear.


Caiu a vinte e cinco quilômetros do acampamento.
Foram buscá-lo Lúcio e Boris na retroescavadeira. A queda da caixa, emitindo um sinal, foi amortecida com bolsas de ar.

Os antárticos encontraram-na, coberta pelo pára-quedas e as bolsas de ar.

Aberta a caixa recheada de espuma, retiraram o veículo de seis rodas intacto, pronto para funcionar. O pára-quedas, a espuma e as bolsas foram colocados dentro da caixa, provida de rodas de serviço que foram desdobradas para rebocá-la até o acampamento.
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

domingo, 17 de outubro de 2010

Brick Bradford - 024

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...
Onde Brick descobre que o médico está preso em sua própria casa...

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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 3 - 3.2

3.2
Ponto de Apoio,
(ainda 20 de abril de 2013).

–Tudo bem. Mas estou meio preocupado com a segunda parte do que você disse, Aldo – observou Marcos, servindo-se mais café – ainda que parece que estamos num local pouco freqüentado. Os detectores não indicaram movimento de vida
superior durante a noite em 100 kms em volta.

–E as concentrações de calor, Lúcio?

–Tão normal como numa cidade da Terra, Aldo, veja as fotos.

Lúcio estendeu a mão ao terminal e digitou um comando. Em seguida apareceu uma vista da cidade ao sul do local onde se encontravam. Parecia bem organizada, com edifícios piramidais, grandes, complexos e outros pequenos. Dispostos de maneira quadrangular, com ruas, esquinas e o mais.

–Na frente dos nossos olhos o tempo todo! – indignou-se Aldo – As sondas do
século passado nos mentiram! Não podemos saber com certeza onde caíram essas malditas sondas!... Ainda bem que destruímos as que estavam em cima!

–Não podemos confiar nas enciclopédias do sistema – replicou Marcos – e nem nos mapas que o Esquadrão Shock roubou para nós da Mars Global Surveyor, lançada em novembro de 1996.

–É um dilema – concordou Nico, que ouvira em silêncio, mastigando pão de centeio feito a bordo – há no sistema mapas da Mars Global Pathfinder, lançada em 2 de dezembro de 1996, e que tinha um robô, o Sojourner. Pousou com pára-quedas e
air bags para amortecer a queda, em Ares Vallis lugar que segundo as elucubrações do inimigo, já foi “rico em água quente”. Isso se foi realmente em Ares Vallis.

–Em 1993 perderam a Mars Observer – interveio Marcos – ficou em silêncio antes de chegar. Isso disseram na ocasião. Nestas alturas...

–Sugiro que veja a outra foto – disse Lúcio, colocando-a na tela.
Desta vez o plano mais alto, abrangia o acampamento, a cidade já vista e mais outra, ao leste além da mancha verde e um deserto.

–Este local é interessante – disse Lúcio – há duas massas de água em forma de meia-lua rodeando o território no qual os edifícios são maiores que os da outra cidade.

–E todas as duas parecem ter terras de cultivo – observou Nico.

–Onde? – perguntaram a coro. A observação do médico pegou-os de surpresa.

–Aqui, ao sul e também ao norte da cidade dos lagos, e ao leste desta outra cidade que está ao sul de nós...

–Nico; és muito observador! – admirou-se Aldo.

–Talvez porque sou médico. Gosto de detalhes.

–Ainda não resolvemos o que vamos fazer respeito aos nativos, Aldo.
–Nada por enquanto, Marcos. Vamos tentar passar despercebidos até fazer-nos fortes. Temos que saber qual é a sua aparência e seu poder tecnológico, se é que eles o têm. A não ser que sejam Alfas; se forem os detonamos com bombas.

–E se não forem?

–Se não forem deveremos tentar fazer um primeiro contato... Amistoso ou não.

–Como “amistoso ou não?” – perguntou Boris.

–Simples – respondeu Aldo – se o contato for amistoso, poderemos cumprir o
nosso cronograma em paz, até que seja tarde para tentar deter-nos.

–Caso contrário?

–Caso contrário; damos uma bordoada firme, Boris. Deveremos lutar como
antárticos que somos, para merecer este mundo. Está na hora de começarmos a conquistar nosso espaço à força, se for o caso. Foi para isso mesmo que viemos aqui.
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No resto do dia eles completaram a infra-estrutura da circunferência, cujo centro era o mastro da bandeira. Instalaram o escudo e o testaram. Após o meio-dia dividiram em quatro a circunferência com duas ruas perpendiculares de dois mil metros de comprimento; o espaço destinado às futuras construções e às pistas de pouso, e demarcaram o local onde se iniciaria a escavação de um poço para colocar o combustível de reserva que seria trazido pelas próximas naves.
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

Dia dos professores 2010


Hoje é o dia dessa classe tão esquecida pelos governos deste belo país.
Uma classe de pessoas que resolveram ensinar os outros, em detrimento de sua vida privada, suportando impertinências e desaforos de alunos ingratos.
Lembro que quando era aluno, os professores eram respeitados e reverenciados, como por exemplo no Japão. Hoje em dia, no Brasil, os professores valem menos do que nada, são agredidos, insultados e ás vezes feridos.
Como professor que sou, há tempos resolvi parar de leccionar para crianças e adolescentes. Agora só lecciono para adultos que trabalharam o dia todo e chegam cansados à sala de aulas, para estudar e melhorar de vida, pagando os cursos com seu próprio dinheiro suado.
Minha homenagem a todos os colegas!
El Sarrah

(Clik na pintura para aumentar os alunos que eu queria ter - mas essa pintura já tem mais de 150 anos )

domingo, 10 de outubro de 2010

Brick Bradford - 023

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Brick Bradford de carne e osso...
E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...


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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 3 - 3.1

CAPÍTULO III
Ponto de Apoio, 20 de abril de 2013.
Amanhece. Assim que o sol se manifesta, o orvalho, congelado na fuselagem e as asas, evapora-se com os primeiros raios do Sol, pequeno e distante. Sobre as construções cobertas de gelo, montadas no dia anterior, os raios do sol adquirem estranhas tonalidades. A areia vermelha brilha inusitadamente com a geada que derrete e evapora rapidamente. As plantas encolhidas sobre si mesmas durante a noite se abrem ao calor do sol, enquanto pequenos seres noturnos deslocam-se correndo, pulando ou arrastando-se, e se ocultam em fendas embaixo de pedras ou em buracos do chão. Outros cavam buracos e neles enterram-se para esperar a próxima noite.
Dentro da Antílope; no aconchego dos beliches, os terrestres estão à ponto de despertar da primeira noite dormida em Marte. Neste Ponto de Apoio muito bem escolhido; 71 kms ao norte do equador, a nave já tinha sido descarregada e o material estava no chão. No agitado dia anterior, abriram as portas de carga, montaram os guindastes e descarregaram os materiais de construção e a retroescavadeira. Os antárticos montaram os três primeiros iglus do acampamento; depósito, laboratório e alojamento; construídos de vitroplast mole enchido com ar, coberto de pranchas de metal fino soldadas e cobertas com cimento rápido misturado com areia e pedras do solo local. Depois alisaram seiscentos metros de pista com a retroescavadeira, espaço suficiente para o pouso das naves que viriam. O acampamento tinha provisão de água e comida para vários meses, sem contar com a carga do contêiner em órbita. Eles dormiram a primeira noite dentro da nave, porque os iglus não estavam totalmente solidificados. Os antárticos estavam cansados do trabalho e deixaram apenas o computador de vigia na noite com os sensores externos em prontidão. Mas a noite foi tranqüila e nada imprevisto aconteceu. Todos dormiram uma noite sem sobressaltos, uma noite inesquecível. Aldo adormecera tarde, olhando às sombras duplas da noite nas construções iluminadas pela luz das luas através da clarabóia redonda junto à cabeceira do seu beliche. Acordado pela luz matinal, abriu os olhos e demorou alguns segundos para lembrar onde estava.

–Bom dia, mundo novo!
*******.

–Antes de começar a explorar vamos colocar os postes e a fiação do gerador de escudo em torno do acampamento para deixar o território invulnerável – disse Aldo, sentado à mesa com uma xícara de café nas mãos, na cabine dos homens.

–Sim... Claro, se o que você disse ontem ao Elvis não está valendo, de tirar a nave daqui e procurar um local mais coberto. A radiação ultravioleta é alta neste local.

–Estamos bem protegidos pelo vitroplast, Nico – replicou Marcos.

–Creio que aqui está bem – concordou Aldo – O que vocês acham?


–Qualquer ponto duas léguas em volta está bom – respondeu Lúcio – estamos
no meio de um deserto isolado e inóspito. Não acredito que os marcianos virão aqui a nos incomodar. Além do mais, as câmeras dos satélites vigiam o terreno 24 horas.

–O computador elaborou um mapa – disse Marcos – poderemos orientar-nos com o GPS. Se for preciso colocaremos mais satélites. Há mais alguns no container.

–Vamos montar o escudo. Depois devemos ter certeza que ninguém nos viu.

–Proponho uma circunferência de dois quilômetros – disse Lúcio – devemos ocupar bastante terreno, Aldo. Há suficiente material para rodeá-lo. Nesse espaço podemos construir pavilhões e umas três pistas para as naves que virão.

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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mais Quadrinhos em espanhol - 024 - FINAL

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna...

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

Sirio Prage luta bravamente...

...e vence...
...e a rebelião termina, enquanto Jon Bryant se sacrifica, levando as bombas nucleares ao centro da marea espacial...!
FIM

domingo, 3 de outubro de 2010

Brick Bradford - 022

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...


Como podemos ver aqui, na historinha em espanhol, em todos os planetas há espertinhos:

E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...
Brick chegou ao planeta Pura, onde há um médico que pode curar á Pamela, mas as coisas são mais complicadas do que ele pensa...

(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)



Continua no próximo domingo.