sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 2 - 2.5

(2.5)
10 de abril de 2013.

–Há 80 tripulantes selecionados para as primeiras naves – a voz de Elvis chegava nítida e forte apesar da já enorme distância – Eric está recuperado e incluído na tripulação da Antares. Os dados que vocês enviaram são inapreciáveis, as imagens são excelentes. A todos nos corre uma eletricidade no corpo. Estamos impacientes para nos reunirmos com vocês; câmbio.

–Entendido – respondeu Aldo – Em nove dias entramos em órbita. Faça os preparativos, se a nave está pronta e abastecida. Mudando de assunto, quero saber se já descobriu o espião, aquele traidor filho da mãe que entregou nossa rota e data de partida para que o inimigo mandasse mísseis, meio ano antes, para apagar-nos do espaço. Quando o descobrirem, quero que tirem a pele dele, vivo! Câmbio!

A cabo de dez minutos de espera, ouviu-se a voz de Elvis:

–Entendido. Mande a lista de carga. Reservei cem metros cúbicos do meu container para vocês. Quanto ao espião, ainda não o descobrimos. Reforçamos a segurança e fazemos tudo mundo passar pela sonda mental. Será questão de horas pegar o traidor, mas o resultado disso foi positivo. As imagens dos mísseis inimigos apareceram na RTVV, junto com o vosso relatório e mostrou ao mundo o que eles fazem conosco. Pior foi ouvir e ver que seu atentado fracassou e que vocês seguem adiante. O rebuliço foi mundial e a JNN diz que é mentira, que quando vocês, “criminosos”, voltarem, serão devidamente punidos. O governo chinês perguntou venenosamente se a Nova Ordem Mundial não tinha condições de ir à vossa procura, como dizendo: “se vocês são tão poderosos, como não esmagam à Antártica?” Há movimentação de tropas nos países que apóiam o governo mundial, impotente para deter-nos, e os outros países estão de olho. Nós estamos preparados e a defesa está em alerta. Além do mais, estamos tirando gente dos países dissidentes e levando-os à Lua, onde há espaço nas bases. Inclusive a Nº 1 já está em fase de reconstrução. Isso é tudo, Aldo. Elvis desliga.
Aldo afastou-se do radio.

–Essa foi nossa última comunicação com a Terra até chegar a destino.

–A situação por lá não está boa – murmurou Marcos.

–Não – Aldo ainda estava chocado – devemos nos estabelecer em Marte, não podemos voltar à Terra. Talvez nossos filhos o consigam, mas para tal deveremos
fazer o que os nossos mentores esperam de nós.

–Já conseguimos algo – observou Inge, sorridente – com todo seu poder, eles são impotentes para deter-nos e o mundo está tomando consciência disso, o que é uma boa propaganda para a Causa.
*******.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 014

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior...

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

A longa viagem ao planeta Urdana chega ao seu fim...
As armas que exterminarão uma civilização estão para ser apontadas....

Planos estão sendo explicados aos combatentes...

As naves auxiliares partem para seus objetivos....


As peças já estão colocadas no tabuleiro...

O jogo começa!


Toda quarta feira.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ULTRA SEVEN Song : Live version ウルトラセブンの歌 冬木透指揮 東京交響楽団

ULTRA SEVEN
Song : Live version
ウルトラセブンの歌 冬木透指揮 東京交響楽団

Para aqueles da minha idade que ainda podem se emocionar com aquele herói Japonês do passado.

domingo, 25 de julho de 2010

Brick Bradford - 012

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Posteriormente, a série Brick Bradford foi reimpressa em outras revistas em quadrinhos, visto que a King Features começou a se expandir neste mercado editorial a partir de Abril de 1936 com a King Comics, (juntamente com Zé Fumaça, Henry, Popeye e Pafúncio e Marocas entre outros) bem como com a Ace Comics, de 1947 a 1949. A medida que as histórias antigas eram reimpressas, uma nova série estrelada por Brick foi editada na Standard Comics (juntamente com Fighting Yank e Supermouse), mas a série foi logo cancelada.

Brick Bradford reapareceu em 1960 na King Comics (série original, não reimpressa) junto com outros clássicos como Fantasma e Mandrake. Os quadrinhos também tiveram um filme baseado neles bem como uma série de livros (Big Little Books) e um seriado cinematográfico em 12 capítulos produzida pela Columbia Pictures em 1947.

A série terminou em 25 de Abril de 1987. Ritt havia se cansado de escrever as histórias de Brick em 1948, Gray teve problemas de saúde e parou de desenhar para a série em 1952 e Paul Norris (que mais tarde criou Aquaman e trabalhou nas séries Agente Secreto X-9, Vic Jordan e Jim das Selvas), aposentou-se em 1987.

E agora continuamos a historinha portuguesa desenhada por Paul Norris...

(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)





Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 2 - 2.4

(2.4)
.
Passavam os dias em rotina organizada para não esquecer onde estavam, mas não rigorosa para não ser maçante.
Comida; asseio e arrumação eram feitos por turnos.
A manutenção era feita pelos homens, tanto na própria nave como no container de carga e nos motores desligados.
Navegavam em inércia, mas precisavam ser examinados periodicamente e os circuitos testados a fundo. Era preciso ter sempre a ponto o gerador principal e os auxiliares, para uma emergência. A carga devia ser verificada constantemente. Os tripulantes patrulhavam os porões da nave e do container; onde toneladas de equipamento valioso; não pelo custo, mas pela sua utilidade; estavam depositadas. A manutenção do hardware do sistema principal, os auxiliares e os terminais; era a função de Inge, que criava o software que fosse sendo necessário às rotinas. Não podiam depender da macro-rede da Terra, a Internet, porque foi criada e estava a serviço do inimigo, tornando-se perigosa. Existia a Rede Privada Antártica de Computadores, a REDPAC, de qualidade superior à Internet; uma rede criada pelo pai de Inge, onde os inimigos não conseguiam invadir sem sair com um poderoso vírus mutante de computador que destruía seus sistemas. Um supercomputador auxiliar, empacotado, viajava no porão para ser montado na base ao chegar a destino.
Regina mantinha atualizada a base de dados. Havia milhares de gigabytes armazenados nas enormes unidades de memória. Transportavam todo o conhecimento de um planeta com eles. Tudo o que seria necessário para um novo começo.
*******.
Os kms passavam a 120.000 por hora sem notar-se. Os humanos estavam aquecidos e protegidos, aprendiam algo novo a cada dia, inclusive os que já tinham experiência no espaço.
Se bem o trabalho mantinha todos ocupados, a rotina previa um lazer após oito horas. Assim, dispunham de oito horas para dormir e oito para aproveitá-las como bem entenderem. No porão, praticavam exercícios físicos para evitar a atrofia dos músculos, apesar da gravitação artificial de cinqüenta por cento.
Aproveitavam também a vasta biblioteca do sistema com tudo o conhecimento humano, a literatura e os clássicos musicais. O doutor Nico Klinger não deixava passar nada nos testes médicos periódicos, abastecendo a base de dados.
Por primeira vez Aldo comandava uma nave com tanta gente, mas, apesar dos recentes incidentes, a Antílope funcionava à satisfação e tudo corria bem. Esperava-se que agüentassem a viagem sem incidentes, uma hipótese remota, já que todos se conheciam de crianças e tinham um relacionamento íntimo e amistoso.
*******
A medida em que se aproximavam do seu destino; o planeta vermelho à sua frente fazia-se maior e mais nítido à simples vista e na tela do telescópio. Girando em torno de si mesmo, Marte mostrava toda sua superfície a cada 24 horas e meia; que os antárticos munidos de instrumentos observavam do seu ponto privilegiado; que a cada segundo os deixava mais próximos; advertindo detalhes completamente desconhecidos, se comparados com o arquivo de imagens.

–Fomos enganados pela ditadura – disse Marcos. – este parece um mundo bem diferente do Marte que conhecemos.

–Que achamos que conhecemos – disse Aldo – Vamos encontrar algo mais do que areia e rochas, como a sonda Viking nos fez acreditar.

–Nada coincide com os mapas – disse Marcos – disseram que era um mundo morto, mas há manchas esverdeadas que parecem vegetação. E os pólos são de gelo, não de dióxido de carbono, como nos disseram. Nesta distância o espectrógrafo não pode estar errado... E há mais oxigênio do que pensamos.

–Isso é muito bom! – disse Regina.

–Não o celebre ainda. Não parece suficiente para respirar sem equipamento.


–Notaram a imagem de um rosto, que aparece na tela?

–Sim, Regina, A Grande Face de Cidônia – disse Inge – Valerión nos mostrou uma foto antes de irmos a Blumenau. Tem um km de comprimento...

–Temos a foto original no arquivo?

–Temos, Regina – disse Inge dedilhando no terminal – aqui está!




A foto em preto e branco da Face e de umas pirâmides apareceu na tela junto à
imagem colorida em vivo que aparecia no vídeo-telescópio.



–Valerión tinha razão. Aliás, nossos mentores estavam certos.


–Notaram que a Face e as pirâmides não estão onde deveriam, segundo as coordenadas de referência das fotos? – perguntou Inge.

–Deixe-me ver isso – disse Aldo.

Na tela apareceram coordenadas verdadeiras da região de Cidônia, atualizadas
pelo sistema e as fictícias, fornecidas pela base de dados da Terra.


–Se dependêssemos dos dados deles; uma vez com os pés no chão nunca acharíamos o local – observou Lúcio – a ditadura pensou em tudo!

–Parece até que os dominadores previram desde o século passado que alguém
chegaria antes do que eles – disse Boris.

–Eles se prepararam séculos para o domínio mundial e se o conseguiram foi por sua privilegiada inteligência para o mal... Essa gente é a quinta essência do mal.

–Claro Aldo! Não é de duvidar que planejassem estender-se aos planetas.

–Isso já me passou pela cabeça, amigos – interveio Lucio Cardelino – talvez contem com a ajuda dos alfas cinzentos, quando a Terra; carcomida pelo câncer que eles são; já não mais lhes sirva.

–Vamos chegar primeiro – disse Aldo com firmeza – e os deteremos a sangue e fogo, se vierem atrás. Não se esqueçam disso!

–Algo deve haver lá que não querem que saibamos, Aldo – disse Regina – e não deve ser apenas essa enorme Face. Algo tão perigoso para o governo mundial; que
mandou uma esquadra de mísseis à nossa frente a esperar-nos e destruir-nos.

–O quê poderá ser tão secreto e perigoso para eles?

–Algo que devolva a esperança ao mundo escravizado, Boris; não só o desejo de evitar que fujamos dele. Receiam, talvez o que possamos anunciar ao mundo ao chegar. Os mísseis que enviaram a nos destruir indicam que estamos no caminho
certo.

–Talvez achemos a solução para acabar com a opressão – observou Marcos.

–Valerión estava certo quando disse que nossa missão seria o equivalente à missão de Colombo em 1492.

–Colombo não resolveu nada, Aldo – observou Regina – Os males da Europa foram para o Novo Mundo, que ficou tão podre como o Velho em poucos séculos.

–Naquela época não se controlava quem saía da Europa e os colonizadores não foram a melhor opção genética. Queriam riquezas a qualquer custo. Deu no que deu.

–Acha que há condições de controlar os que saírem ao espaço? Ainda mais depois do que aconteceu na base Lunar...?

–Agora não existe a Companhia de Contratação de Índias, Regina – interveio Marcos – estamos armados e nos faremos fortes em Marte. Ninguém chegará lá sem que saibamos. Não vamos a roubar e matar possíveis nativos. Somos conquistadores, mas em outro sentido; todos nós tivemos pais, irmãos, tios ou primos torturados ou mortos por eles, propriedades confiscadas, as vidas dos nossos pais arruinadas... O ódio que nos une também nos fortalece!
*******.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 013

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna; uma civilização superior ameaçando outra inferior...

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

Ao mesmo tempo em que tudo isso acontece no planeta Urdana, nosso herói, Sirio Prage é encontrado à deriva no espaço pela tripulação de um cruzador de luxo, que procedente de Marte, dirigia-se à Terra...

Uma vez na Terra, ele é identificado e encontrado pelo pai do menino sequestrado...

Como todo herói, logo está preparado para entrar em ação...
Meu filho será a última vítima da marea espacial...!

Toda quarta feira.

domingo, 18 de julho de 2010

Brick Bradford - 011

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

A HQ de ficção científica lembrava quadrinhos tais como Skyroads, Buck Rogers e Flash Gordon, visto que suas histórias características giravam à roda de temas como dinossauros, vilões intergalácticos, robôs e mundos sub-atômicos. Em meados dos anos 1930 a popularidade de Brick Bradford aumentou grandemente e a série ganhou, como eu disse anteriormente, uma edição semanal iniciada em 24 de Novembro de 1934, bem como já havia começado a aparecer nos suplementos dominicais dos grandes jornais em 1933, 15 meses antes de sua publicação semanal. Em 20 de Abril de 1935, a série Brick Bradford ganhou uma máquina do tempo (no formato de um pião, que tanto podia ir para o futuro quanto para o passado) chamada de Time Top nos quadrinhos (similar àquela de Brucutu), a qual tornou-se um produto básico para a série pelos anos seguintes, bem como significou o primeiro uso regular de viagem no tempo numa HQ.



E agora continuamos a historinha portuguesa, desenhada por Paul Norris...

(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)






Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 2 - 2.3

(2.3)

30 de março de 2013. Dez dias de navegação.

–Satisfaz-me ver como estão se adaptando todos à nave. Na verdade é muito confortável – dizia Aldo ao seu irmão Elvis, na tela do comunicador.

Aqui estamos prontos. Eric já está bom e temos 80 tripulantes treinados.

–Excelente. Teremos mais nove naves tripuladas em breve.

–Algum recado?

–Não. Vamos desligar para recarregar os acumuladores.

–Certo. Quando nos comunicaremos de novo?

–Em dez di
as, se não houver novidades. Deixaremos aberto o canal.

As comunicações eram cada vez mais espaçadas. Logo seria impossível usar a tela, e já que as ondas de rádio vão à velocidade da luz; em Marte o intervalo seria de seis minutos e aumentando.
*******.

A longa mão do Anticristo.
Uma “noite”, Inge estava de plantão, quando o radar detectou uns pontos à frente, aproximando-se e disparou o alarme, com o que todos se dirigiram à ponte.

–Aldo, veja! Meteoros a 330 graus marco 15! Na proa de bombordo!


–Não pode ser, isso só acontece em filmes de classe B ou C.

–Diga isso ao radar. Estão em rota de colisão. Nos desviamos?

–Se forem meteoros; não vale a pena alterar o rumo por tão pouco. É uma boa ocasião para testar o escudo de força. Alerta vermelho! Todos aos seus postos!

–Não são meteoros...! – exclamou Inge, indicando a tela do telescópio – São cinco mísseis navegando por inércia!

–Não pode ser – disse Aldo.

–Pode sim – confirmou Lúcio – e são do inimigo.

–Como é possível? – perguntou Marcos – Ninguém pode nos alcançar nesta velocidade. De onde estão vindo?

–A única explicação – disse Lúcio, dedilhando no terminal – é que os lançassem antes da nossa partida.

–São grandes – disse Inge – parecem ter muitas ogivas.

–Desta vez foram longe demais – disse Aldo – infiltraram um espião que conhecia nossa rota. É a única explicação possível.

–São do tipo de quatro ogivas – disse Lúcio – Resistirá nosso escudo?

–Deve resistir – disse Aldo – senão reclamaremos ao Dr. Valerión.

–Gracinha! – disse Regina, pálida como um papel.

–Lúcio, solte um míssil e dirija-o você mesmo, eu vou acelerar.

Assim que o torpedo saiu pelo lançador, Aldo acelerou sem perder o rumo. O torpedo alcançou o primeiro dos mísseis inimigos, explodindo num clarão atômico que desintegrou toda matéria existente num raio de dez quilômetros.

–Bingo! – exclamou Lúcio – e vamos mais rápido do que a onda de choque.


Segundos depois,
apesar de ter deixado atrás a grande explosão, um míssil inimigo retardatário, ainda representava perigo à frente.

–São espertos demais os malditos...! – exclamou Aldo – Pensaram em tudo. E não há tempo de lançar outro torpedo.

–O escudo deverá resistir – disse Lúcio – ou viramos mésons...!

O míssil bateu no escudo a mais de quinhentos metros da nave e brilhou um clarão nuclear. Mas a nave, apesar de sacudir-se um pouco, continuou seu rumo, saindo em seguida da área de choque.

–Escapamos bem – disse Lúcio – somos quase invulneráveis.

–A qualquer arma terrestre – Acrescentou Marcos.

–Depois disso, fiquei com fome – disse Boris – não é já hora do café?
*******.
Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 012

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna; uma civilização superior ameaçando outra inferior...
(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

A princesa encontra o menino sequestrado pelos falecidos criminosos terrestres e decide adotá-lo como filho para livrar-se de um casamento forçado com o detestável vilão...
A princesa comunica ao Rei suas intenções e...

O vilão aparece, contrariado...

Enquanto isso...

A civilização superior prepara-se para atacar os inferiores que atrapalham seus planos.

Toda quarta feira.

domingo, 11 de julho de 2010

Brick Bradford - 010


Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Clarence Gray (14 de novembro, 1911 - 05 de janeiro de 1957) foi um quadrinista norte-americano, mais conhecido pelo seu desenho Brick Bradford por mais de duas décadas. Ele também trabalhou como ilustrador freelancer para diversas revistas.

Nascido em Toledo, Ohio , o jovem de cabelo vermelho começou a desenhar trens e automóveis em tenra idade, concentrando-se em cursos de arte e de alta escola. Após a formatura do colegial, ele começou sua carreira a 18 dólares por semana, fazer esportes e cartunista editorial com o Toledo News-Bee.

Em 1933, ele criou Brick Bradford com o escritor William Ritt , para a Central Press Association of Cleveland.

Lançado como uma tira de aventura, que rapidamente se tornou em uma das principais bandas de ficção científica dos anos 1930.

Quando Ritt parou de escrever, em 1952, Gray trabalhou apenas na faixa de domingo e deixou a
tira diária de Paul Norris .

Gray e sua esposa, Jessie viveram em Rocky River, Ohio , onde tiveram um filho, Robert, e as gêmeas de cabelos vermelhos, Janet e Jane.

Quando não estava na prancheta, Gray gostava de golfe, caça, pesca e camping.

"A chuva em uma barraca top-me emociona", disse ele.



E agora continuamos a historinha portuguesa...

(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)



Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 2 - 2.2

(2.2)
Época Atual - Na Jornada para Marte.
A seis dias da partida; no período que na Antártica seria noite; de plantão na ponte; Boris e Regina com as luzes reduzidas para ver melhor as estrelas; ouviam música clássica em volume baixo para não acordar os camaradas e conversavam sobre o que aconteceria com suas vidas daí em diante.

–Teremos que viver talvez para sempre lá – disse ela, pensando em que nada mais a segurava à Terra após a morte dos seus pais.

Regina, 24 anos, italiana de Veneza, corpo de modelo, usava o cabelo loiro cortado à la garçom. Seu inteligente olhar azul era penetrante. Estava vestida como Boris, com roupa interior de estar: camiseta branca de algodão; calção branco; meias soquetes brancas e sapatilhas leves de lona e borracha sintética.

–Talvez – disse ele, brasileiro, 25 anos, atlético, cabelo preto e olhos azuis.

Era da quarta geração dos chamados russos brancos emigrados ao Brasil no começo do século anterior. Se bem sua companheira Regina era a primeira vez que saía ao espaço, Boris já o tinha feito outras vezes.

–E teremos nossos filhos lá.

–Sim. Serão marcianos, Regina. Como no livro de Bradbury.

–Não me importará ter filhos em Marte, longe do Grande Irmão.

–Agora terão um futuro, coisa que na Terra é impossível, marcados como meu pai marcava seus bois, lá no Rio Grande.

–No livro de Bradbury os terrestres mataram os marcianos com um vírus, Boris. E se a recíproca for verdadeira?

–É um risco que teremos que correr. Claro que tomaremos precauções...

–Como é Marte? – ela mudou de assunto para esquecer sua recente perda.

–Como assim?

–Sabes que minha área é outra. O que sabemos sobre Marte?

–Bom... É menor do que a Terra... Seu diâmetro é de 6.900 kms.

–E seu ano?

–Mais ou menos 687 dias dos nossos.

–Quase o dobro do nosso, terei doze anos lá. Ótimo! E seu dia?

–24 horas, 37 minutos e 23 segundos.

–Quase como a Terra... Haverá vida lá?

–Pois é, querida. Não sabemos se há vida natural. Se a houvesse, seria bom para nós, porque isso indica que nós também poderíamos sobreviver lá. Mas por outra
parte se esta vida fosse hostil, teríamos que tomar o planeta à força, lutar.

–Isso me assusta um pouco, Boris.

–Querida; você é uma mulher de ciência...

–Parece mentira que eu, uma psicóloga, não saiba explicar o quê me assusta, acho que deve ser a incerteza do desconhecido.

–Minhas apreensões são de outra ordem, se já encontramos alienígenas na Lua,
nada impede de encontrá-los em Marte, Regina...

–Sim. Também tinha pensado nisso...

–E desta vez pode ser que resolvam nos enfrentar.
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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 011

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner, a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior... tudo isso recheado com vilões, criminosos... etc.

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

E os criminosos terminam devorados pelo monstro nativo... se tivessem sido criminosos alienígenas caídos no Amazonas, seriam devorados por jacarés ou piranhas...
Aliás... falando em piranhas...

Charmon afundou no pântano

Mas... Pare aí...!
Todas essas histórias tinham princesas...

Oh...!
Apareceu a Princesa!

Toda quarta feira.

domingo, 4 de julho de 2010

Brick Bradford - 009

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Ao lado há uma aventura de Brick Bradford, vestido a rigor em uma festa em Titã, a maior lua de Saturno, de onde Sadie, uma humana, é originária, filha e neta de colonos.

Mas há nativos que o perseguem (a festa deve ter terminado mal), também vestidos a rigor, vindos da mesma festa, e curiosamente com antenas...

Antenas parecidas, embora menores; que as dos andorianos d
e Star Trek, que procedem de Andoria, um mundo também gelado e também lua de um planeta com anéis, como vimos no seriado "Enterprise".





(na foto, o comandante Shran e sua filha - capítulo final de Enterprise: These are the voyages...")



Apesar de criticado pelos fãs, mais radicais Enterprise desenvolveu muitos detalhes do universo andoriano; coisa que o seriado original e os 12 filmes não fizeram.





E agora continuamos a historinha portuguesa...
Parece que a parceira ingênua de Brick, não era tão ingênua assim...

(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)



Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo 2 - 2.1

CAPÍTULO II (2.1)
Época Atual.
Com a tecnologia capturada aos Alfas Cinzentos, à equipe do Dr. Valerión começou a colonização da Lua.

Nesse meio tempo, a situação mundial foi piorando, enquanto Antártica mantinha-se estável.



Pessoas com boa saúde fí
sica e mental foram recrutadas para trabalhar nas colônias da Lua, independente das nações escravas da Nova Ordem Mundial. Esta ainda não tinha tecnologia capaz de competir com a dos homens livres da Antártica, e as tentativas da ditadura para chegar à Lua e impedir a fuga de escravos; eram repelidas pela força, com o que a situação política piorava.


Valerión inve
ntou o antigravitator e o motor de protofissão subatômica que diluía um preparado composto de lixo atômico e peróxido de hidrogênio; e aproveitava a reação em cadeia implosiva controlada com geradores de campo. Através de válvulas, a mistura verte-se na câmara de combustão onde se produz uma deflagração controlada, ativada por um raio de antiprótons.

O contato entre matéria e antimatéria, faz com que a massa de ambas vire energia. Um grama de ambas libera o 50 quilotons de energia. Valerión desenvolveu um escudo de campo para isolar

veículos espaciais contra meteoros ou mísseis, tornando à nave invulnerável.

Valerión também obteve o vitroplast, um material transparente isolante de radiação, duro, porém flexível, composto de titânio, alumínio e outros elementos ligados em zero-g.

Com o vitroplast veio também o vitrotitânio, metal mais leve do que o alumínio e mais duro do que o diamante, porém com a elasticidade do aço. Depois o vitrotitanoplast, material para roupa espacial; duro como aço; mais tarde a vitrocerâmica, material para recobrir a câmara de combustão de motor foguete, cuja resistência ao calor não tinha semelhante na Terra escravizada.

Muitas coisas foram adaptadas pela equipe do Dr. Valerión a partir da ciência alienígena, para servir de ferramentas à nascente força espacial que estava sendo criada pelos homens livres da Terra: F.A.E.C.S; Forças Aero Espaciais do Cone Sul.
Apenas Leonardo de Vinci inventou mais coisas do que o Dr. Valerión, mas Leonardo era o homem da Renascença.

Valerión era o Homem do Apocalipse.
*******.
Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.