quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 010

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner, a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior... tudo isso recheado com vilões, criminosos... etc.

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)




Oooopa...!
Um monstro...!

Toda quarta feira.

domingo, 27 de junho de 2010

Brick Bradford - 008

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Estas aventuras foram provavelmente as últimas publicadas em Uruguai, nos anos 70 e 80.

Sadie de Saturno foi uma mulher forte na vida de Bradford, sua melhor parceira, chegando a pilotar o "Trompo del Tiempo" (Pião) com maestria.

Como já mencionei, Star Trek tirou muita informação destas histórias os escudos (campo electromagnêtico), invisibilidade (colocar o pião num "lapso do tempo"), mas as aventuram em sí eram típicas, engenhosas, envolventes e me faziam sonhar bastante.

Uma das melhores, foi a que levou Bradford ao planeta Marte, com seus "canais" navegados pelos marcianos em barcas. Infelizmente não consegui recuperar essas cenas, publicadas em tiras diárias.

Talvez ainda se encontrem nos arquivos da Biblioteca Nacional em Montevideo, Uruguai.

Elas se perderam no tempo... mas continuam vivas na minha memória.

E agora continuamos a historinha portuguesa, nossos heróis continuam encrencados...


(Ah... sim! Não se esqueça de clicar nas imagens para aumentar!!)





Continua no próximo domingo.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 009

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner, a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior... tudo isso recheado com vilões, criminosos... etc.

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

E o tiroteio está prestes a começar.

Aliás... já começou.

Reparem na cara de cafajeste do bandido.

E na cara de ordinária da bandida.


Toda quarta feira.

domingo, 20 de junho de 2010

Brick Bradford - 007

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Nos últimos anos antes de 1987, Brick Bradford, desenhado por Paul Norris, participou de todo o tipo de aventuras com sua parceira Sadie de Saturno e um jovem chinês, Jop Top. Aqui algumas das tiras diárias compiladas do exinto jornal vespertino "El Diario" de Montevideo, Uruguai:


Agora estamos envolvidos em guerras, planetas hostis, revoluções...

Sadie de Saturno pilota o Pião enquanto Jop Top está fora procurando por Brick.

Uma nave inimiga bate no escudo do pião e cai em chamas.

Logo o pião fica invisível na camuflagem.

Quanto STAR TREK se inspirou aqui?

E agora continuamos a historinha portuguesa:

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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sobrevivendo a 2012 - Parte 3

NASA admite: sol pode causar catástrofe mundial em (21 de dezembro de...?) 2012
A maioria dos interessados em teorias apocalípticas prestam atenção nas evidências do fim do mundo apresentadas por estudiosos do calendário maia e em documentários e sites de ufólogos, místicos e outros.

Poucos sabem que a ciência aponta algumas pistas assustadoras para algo de grandes proporções que pode acontecer em 2012.

Recentemente, a NASA lançou um relatório chamado ‘Eventos de Tempo Espacial Severo – Entendendo Impactos Sociais e Econômicos’.

Ele descreve as
consequências que erupções solares e ejeções de massa coronal podem ter no campo magnético da Terra, sobrecarregando transformadores de alta voltagem e causando curtos-circuitos em sistemas e energia de todo o planeta.

Os satélites serão danificados, e se algum astronauta tiver o azar de estar em órbita, pode morrer.

O relatório concluiu que só isso custaria de um a dois trilhões de dólares no primeiro ano depois da catástrofe, fora outros danos em escala mundial.

Nossa civilização demoraria entre quatro a dez anos p
ara se recuperar da tempestade cósmica. Resumindo: o mundo ficaria no escuro, sem comunicação e energia elétrica, por um tempo indefinido.

Para quem levou o filme ‘2012’ a sério, não é surpresa o fato da NASA prever uma grande atividade solar para esse ano profético.
O campo magnético da terra protege o planeta das erupções solares e dos raios cósmicos, que podem aniquilar todos os seres vivos na Terra em pouco tempo e causar eventos inimagináveis, como uma inversão dos polos magnéticos do planeta.

Para piorar, os cientistas também descobriram uma falha nessa proteção natural. Mas o relatório não dá muita atenção a esse fato, possivelmente para evitar conotações sobrenaturais ao trabalho científico.


As erupções solares são explosões na superfície do sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético.
Elas podem soltar altos níveis de radiação no espaço, que atingem a terra.
No século 19, erupções desse tipo fizeram com que postes de telégrafos explodissem com a sobrecarga magnética.

Hoje, nosso mundo depende dos sistemas elétricos, e um evento da mesma proporção teria consequências catastróficas.
Aviões em rotas internacionais, por exemplo, perderiam a comunicação e não seriam mais vistos por radares.

Observadores dizem que o governo americano já começou a se preparar para a catástrofe. Mas antes de se desesperar, saiba que os astrônomos e outros cientistas dizem que o sol é uma estrela extremamente estável, e que não há nenhuma evidência de extinções em massa na história da Terra por causa da atividade solar.
E não só a atividade solar. Hã também o alinhamento dos planetas:

Vejam o céu do Hemisfério Sul (sobre a cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul - Brasil) em 21 de dezembro de 2012, exatamente às 13 horas:
Tudo isso lembra que o maior perigo sobre 2012 é a histeria e o medo do fim do mundo. O resto, nós tiramos de letra.

Mas e se for?


A idéia de construir uma arca (como citei na parte 1) está descartada. Não acho que vamos nos salvar nisso, uma estrutura tão frágil.





Também a idéia do submarino (uma variante das arcas do filme) acho meio difícil. Não acho que se possa fabricar nada sem a presença de muitos euros...


A opção espacial também está descartada, minha nave ainda está no papel:
Tenho pensado na solução aérea (parte 2), sem dúvida a melhor de todas, mas não um avião Antonov, como no filme, uma máquina que cai ao ficar sem combustível, senão uma engenhoca que os inteligentes alemães do passado já tinham resolvido, depois que o play boy ricaço Santos Dumont fez a volta à Tour Eiffel nos idos da Belle Epoque, demonstrando a dirigibilidade de um balão fâlico com motor...

Isto é mais barato de ser construido. O gás pode ser helio (se houver como consegui-lo) ou o mais barato (porém perigoso) hidrogênio. Mas quem liga para perigo perante o fim do mundo?

O hidrogênio pode ser obtido por electrolisis, como qualquer aluno de quimica sabe, a partir da água, portanto, como no livro de Jules Verne, os balões interiores do dirigível podem ser enchidos com hidrogênio da água absorvida com bombas e mangueiras desde o ar, sobre o mar ou sobre algum rio.
O motor pode ser elétrico, alimentado com energia solar, que pode ser gerada por placas colocadas ao longo da estrutura do dirigível, em substituição das placas metâlicas do Zeppelin original:



Acredito que hoje há tecnologia (pelo menos na Russia, como aparece neste site) para construir um dirigível muito mais eficiente e seguro que os do século passado, com sistemas de comando computadorizado e fontes de energia melhores...

Sem dúvida, quando tudo desabar, o melhor será subir às alturas, e o máximo que este aparelho sobe deve ser suficiente para escapar.
Também podem nos ajudar os esquemas originais do Gigantesco Hindenburg:



Também em longas conversas com amigos, (os mais otimistas acham que se poderá fugir, subindo montanhas, mudando-se para lugares altos como a serra gaúcha ou a Bolívia... - talvez estabelecendo-se nas encostas do Everest, que segundo o filme, pode ficar seguro...?) tendo em vista o pânico que virá a tona nos momentos finais, além de armazenar mantimentos para nossas famílias nos dirigíveis, que possam durar pelos menos algumas semanas até o planeta se estabilizar, também se precisará deste suprimento.
Sei que é algo radical, mas não somos bonzinhos quando precisamos sobreviver.
A Lei da Selva não é uma frase oca.

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 008

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner, a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior... tudo isso recheado com vilões, criminosos... etc.

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Toda quarta feira.

domingo, 13 de junho de 2010

BRICK BRADFORD Video em homenagem

Brick Bradford - 006

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

Ele é tudo que se poderia esperar de um herói norte-americano: atlético, loiro, corajoso, otimista, filho de milionário, cavalheiresco e sempre disposto a colocar a própria vida em risco para salvar a humanidade e, principalmente, mulheres indefesas. Sempre tentando ajudar no desenvolvimento da ciência e da tecnologia colocando seus variados talentos de aventureiro à disposição dos cientistas. Brick Bradford participou de todo o tipo de aventuras. Viajou no tempo, foi ao centro da Terra e encontrou uma civilização perdida, encontrou uma tribo Viking, teve seu corpo diminuído e explorou o interior de uma moeda de dólar, impediu a conquista da América do Norte pelo Imperador Teramuchin II, lutou contra um robô gigante, fez viagens intergalácticas e até lutou ao lado da Legião Estrangeira...


Foi feito um seriado para cinema, (não havia televisão naqueles anos) com Kane Richmond como Brick Bradford.
Vejam o que era o Time Top (Pião do Tempo) naqueles anos, a roupa dos personagens.

O seriado para cinema em 1947, foi escrito por Lewis Clay e Arthur Hoerl.
A série era produzida pela Columbia e teve 15 episódios.
“Brick Bradford”, foi dirigido por Spencer Gordon Bennet, tem Kane Richmond, no papel principal, Linda Johnson como June Saunders e o ator Pierre Walkin interpretando o Prof. Salisbury.




E agora continuamos a historinha portuguesa, nossos heróis continuam encrencados...

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Continua no próximo domingo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais Quadrinhos em Espanhol - 007

Abismos Invisíveis.
As aventuras de Sirio Prage.

(como sempre, clik nas imagens para aumentar.)

Uma Ciencia ficção antiga, ao estilo Duna, Blade Runner.Ainda os homens não tinham desembarcado na Lua...
Ainda não existiam computadores nem Space Shuttles...
A imaginação de escritores e desenhistas era livre...Vinhos raros... como este "Vino Verte of Venus"...

Mas era a velha história; uma civilização superior ameaçando outra inferior... tudo isso recheado com vilões, criminosos... etc.
Também apareciam belas naves... Eram realmente criativos.

Toda quarta feira.

domingo, 6 de junho de 2010

Brick Bradford - 005

Brick Bradford, de William Ritt e Clarence Gray (1933).

Muitos anos antes de Star Trek existir...

A Jovem Pamela da historinha portuguesa, não ficou com Bradford, apesar de que tiveram anos de aventuras juntos.
Nas historinhas diárias do jornal vespertino "El Diario" de Montevideo (lá pelos anos 60) , fiquei sabendo que nosso herói, depois de voltar de uma longa aventura fora da Terra, a encontrou casada com o cientista Kris Gregg.

Bradford tinha sido dado por morto e ela resolveu não esperar mais.

Brick encontra o casal veraneando numa praia, não lembro se da California ou do México, mas isso ão interessa agora.
Ela estava bonita de maiô enterizo, como se usava nos anos cinqüenta e sessenta.

(Isso me lembra uma aventura de Flash Gordon nos anos 80, desenhada por Bob Fujitani, onde Fla
sh encontra Dale Arden namorando um engenheiro construtor de repressas em Marte.
Humm...!
Como disse o falecido Chacrinha: "Nada se cria..." )




O fato é que depois, numa aventura posterior Brick conhece a estonteante SADIE DE SATURNO, com a qual vive suas seguintes aventuras pelo tempo e espaço.
Ela o acompanhará por vários anos, até a década de 80.

à esquerda uma página em português, com Sadie de Saturno, e embaixo uma tira diária.


E agora continuamos a historinha portuguesa, onde nossos heróis chegaram ao passado, no meio dos índios, e já estão encrencados...!:

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Continua no próximo domingo.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.26 - Fim do episódio.

1.26
Rumo ao desconhecido.
Na nave Antílope havia inovações que eram fantasia nos primeiros tempos da navegação espacial.
A gravitação artificial restituía o peso dos tripulantes em 50 por cento, suficiente para tomar banho de chuveiro sem que a água saísse flutuando, e se desliga quando não necessária para economizar energia; ao igual que as luzes dos corredores e camarotes, programadas para desligar-se de doze em doze horas.
A água, concentrada num líquido parecido com o mel; mantido estável no frio por meio de um velho procedimento russo do século passado; aproveita-se uma e outra vez, se necessário, num ciclo fechado. Este procedimento chamava-se Poliágua.
No espaço, o problema do transporte de água é o volume. Sendo uma molécula fortemente polarizada, possui a capacidade de associar-se, formando grupos de moléculas de H2O. No estado líquido, predominam grupos de quatro, cinco, ou seis moléculas (H2O); associadas por um tipo de ligação chamado Ponte de Hidrogênio.
No século XX, os russos produziram a Poliágua, resultante da aglutinação de um monte de moléculas de água pelas pontes de hidrogênio, vaporizando a água para transformá-la em (H2O) e fazendo com que moléculas solitárias passem sob pressão, num tubo capilar. Com isto elas se organizam e então são resfriadas para facilitar sua associação. Na saída tinham a Poliágua, uma água viscosa como óleo, que ocupa 20% do volume normal.
Para sua utilização, basta aquecer um pouco de Poliágua, que as pontes de hidrogênio se rompem; ela aumenta de volume cinco vezes e volta como a água comum, pronta para ser bebida.
Põe-se 1/5 de copo com Poliágua, aquece-se e o copo fica cheio. Isso resolve o problema do volume para o transporte de água nos vôos espaciais, mas não resolve o problema da massa. O procedimento, recentemente aperfeiçoado pelo Dr. Valerión; concentra a Poliágua outra vez em cápsulas, que ocupam um espaço vinte vezes menor, embora o peso seja o mesmo. Em caso de necessidade, se a água tivesse de ser fracionada para obter oxigênio, um estoque reduzido pode ser reaproveitado em ciclo fechado, transformando a urina dos astronautas em água, destilando a urina em água e sais minerais. A água pode ser bebida e os sais precisam outro tratamento para que alguns possam ser ingeridos e os outros postos fora.
Um procedimento parecido comprime o oxigênio puro, para ser estocado até ser necessário na reciclagem do ar. Além do mais, embaixo da área de estar; além do depósito de comestíveis; há um jardim hidropônico para variar a alimentação, e outro maior, desmontado no container, para ser montado em Marte, junto com uma central de produção de fermento, que devidamente preparado, colorido e adicionado com sabores artificiais, pode imitar qualquer tipo de comida da Terra.
A Antílope, em viagem ao quarto planeta, carrega toda essa tecnologia, desenvolvida pelos homens livres de Antártida, que lhes permitirá sobreviver sem suprimentos de espécie alguma por um período de dois anos, se não receberem suprimentos, ou se a Lua ou a Antártida entrarem em colapso.
*******.

FIM DO CAPÍTULO PRIMEIRO

Continua...???
Depende dos meus seguidores.
Há mais quatro volumes completos inêditos,
num total de 36 capítulos até agora.


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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.