sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.2

1.2
–Segurem-se todas! – ordenou Mara – Inge, ligar escudo, manobras evasivas!
Last warning!disse o piloto inimigo.
–Devemos chamar reforço?
–Não se preocupe, Inge. O escudo agüenta.
Como uma resposta às palavras de Mara, os inimigos atiraram contra elas sem resultado, devido ao escudo. Logo apareceram dois caças antárticos.
–Ora! Ora! – disse Mara – olhem quem vem em nosso auxílio!
Mara radiou sua senha e passaram, enquanto os dois pilotos livres do Pólo Sul enfrentavam o inimigo.
–Aqui o capitão Caravaggio da FAECS; o matador de lacaios! Cessem o fogo ou serão abatidos! Nem tentem reagir! – disse, petulante, o Líder da esquadrilha.
–Já o tenho na mira – disse o segundo piloto.
–Fique atento. Acho que eles vão tentar algo – disse Caravaggio.
–They do not know with who are workingdisse o líder inimigo – To open fire!

–But there is a thing it finds strange – disse o segundo piloto inimigo –  I am see a reflex in mine...
But the something...? Um disparo laser de 25mm fez o F-117 explodir e seus restos espalharam-se em chamas, caindo nas águas geladas do mar antártico.
–Exatamente – disse Caravaggio – se não quer ter o mesmo destino do seu amigo, suma de nosso céu... Agora!

Isso era corriqueiro, cada vez que um avião antártico retornava ao lar, os inimigos partiam da sua base nas Falklands para interceptá-lo; mas sempre os pilotos da linha de defesa antártica os enfrentavam com êxito. Normalmente os antárticos abatiam dois ou três inimigos para intimidá-los. Era a morte certa para eles, já que nada sobreviveria na água gelada. Mas não eram dignos de pena. Tiveram sua chance de mudar de lado, anos atrás.
You defeated us for while – disse o líder inimigo, acelerando em fuga para o norte – but this incident won't be forgotten!
!
Os antárticos ignoraram olimpicamente as ameaças e Caravaggio radiou:
–Bem, meninas! Viajem tranqüilas de agora em diante!
–Obrigada! – disse Mara.
–Querem escolta até a cidade?
–Não é preciso, ficaremos bem, capitão.
–Tenho certeza que sim. Boa viagem, garotas!
Os caças antárticos elevaram-se para continuar sua patrulha, enquanto o pequeno avião Martelo-1 das garotas retomava seu rumo.
–Vocês, aí atrás! – disse Mara – Já podem relaxar!
–Ainda bem! Será que toda vez que viajarmos será essa bagunça?
–Eles parecem não aprender nunca, Regina – disse Bárbara, irritada.
–Quantas mortes serão necessárias para que percebam que não fazemos parte do seu mundo? – perguntou-se Linda.

Sobre o Cabo de Hornos, aceleraram para tomar altura e ver um pouco de sol, mas as nuvens envolveram o avião quando sobrevoavam a Península de Palmer, mais conhecida como Terra de Graham. Apesar de ser princípio de fevereiro, o clima estava muito ruim. A cada ano que passava o clima mundial piorava, devido às maquinações do governo mundial, que contava assim com intimidar os países rebeldes. Mas o tiro estava saindo pela culatra, naquele ano de 2013.
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(continua)
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.

Veja o capítulo anterior clicando aqui




sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - Capítulo I - 1.1


Extremo sul do Planeta Terra – 13 de fevereiro de 2013
Os verdes olhos da capitã Olga Marina Mara Santos moveram-se com vivacidade no seu rosto bronzeado, demarcado pelo seu longo cabelo castanho escuro; primeiro ao termômetro e depois ao altímetro.
–Setenta graus negativos e estamos a mil metros de altitude.
–Entramos em território antártico – disse a loira engenheira Ingeborg Inge Stefansson, sacerdotisa odínica norueguesa, na poltrona do co-piloto.
–Falta pouco para ver as luzes da cidade, Inge – Mara já demonstrava um pouco de cansaço pela tensão da pilotagem.
–Não vejo a hora de chegar – interveio a jovem psicóloga italiana Regina Lúcia Cardelino, desde o compartimento posterior, onde estavam às engenheiras gêmeas chilenas Bárbara e Linda Blanes.
Embaixo delas a branca paisagem passava a mil quilômetros por hora. Estavam aquecidas. A temperatura a bordo do avião antártico ainda era a do cálido Brasil, onde poucas horas antes as cinco moças tomaram seu café da manhã no restaurante da Faculdade de Eletrônica e Cibernética de Blumenau. No dia anterior terminaram os cursos e passaram com louvor. Estavam no restaurante quando sua colega Marília Mendes e entregou-lhes um e-mail recém chegado da Antártida:
“–Parabéns, meninas estudiosas, precisamos de todas aqui. Temos surpresa. Há um avião disponível no lugar discreto de sempre, para que venham hoje mesmo. Esperamos vocês. Aldo. – Ao final venceremos!”.
–Finalmente! – Inge estava feliz – Voltamos para casa!
–Você verá o meu irmão de novo – disse Mara.
–Já era tempo – suspirou Regina – um ano sem nossos homens é demais!
–Também terminaram os cursos em Cidade Lunar – acrescentou Bárbara.
–Então seu marido virá logo, Marília – disse Linda em português – parece-me que o vejo com sua farda da Força Aero Espacial Brasileira.
–Capitão Breno Mendes, futuro herói do espaço – disse Inge, sonhadora.
–Terá uns dias de folga antes de ir para Antártida.– disse Marília esperançosa.
–Claro – garantiu Mara – mas agora precisamos ir ao esconderijo, abastecer o avião e fazer um plano de vôo para furar o bloqueio.
–Eu não vou com vocês desta vez – disse Marília.
–Por quê?
–Vou esperar Breno aqui mesmo, Inge, para irmos juntos até Porto Seguro.
–Lua de mel no paraíso, então?
–Mas é claro! Em Antártica, não haverá sol nem praia, garotas!
–Bom proveito; amiga! – disse Regina com um sorriso malicioso.
Ao entardecer todas foram de carro para uma fazenda no oeste, propriedade de um amigo da Causa, onde o poderoso avião Martelo-I estava oculto dos satélites de vigilância, embaixo de árvores ainda não desfolhadas pelos venenos vindos do Norte.
Protegidas pela camuflagem, decolaram rumo sul e sobrevoaram os ainda verdes campos do Rio Grande do Sul e depois, sobre o oceano, observaram à direita as pradarias do Uruguai, as luzes de Montevidéu e parte da Argentina. No estreito de Magalhães, elevaram-se rapidamente para ficar por cima de dois aviões F-117 chamados “invisíveis” do Governo Mundial que surgiram de repente.
No rádio escutou-se a voz de um dos pilotos inimigos:
–Undentified ship! You are invading restricted aerial space! Changue your course or it will be abated!

(continua)
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Mundos Paralelos ® – Textos: Gabriel Solis - Arte: André Lima.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - Fim do século XX. - Época atual.

No ano de 1992 deste Mundo Paralelo sobreveio a fome mundial, que provocou distúrbios em todo o planeta.
Na Imagem: Os paladinos
antárticos que enfrentaram
a ditadura mundial lutando
na clandestinidade.
Em 1995, um sistema tirânico sufocou as rebeliões por meio de um golpe de estado mundial, perpetrado por um grupo de gangsteres das Altas Finanças, autodenominados “Grupo dos Treze”; representado perante os países do Terceiro Mundo por um testa-de-ferro, o Grande Irmão, pontífice da Nova Ordem Mundial.
Os donos do mundo, sediados em Bruxelas, a nova Capital mundial, controlavam um poderoso computador com o qual a Humanidade era submetida.
Para tanto, cada habitante da Terra devia ser marcado com uma tinta especial na mão direita ou, na falta desta, na testa, com um código de barras. Sem esta marca, a pessoa não era reconhecida pelos terminais do computador, não podendo comprar ou vender. Passava à condição de paria. Quem não se submetesse, além de paria, seria considerado inimigo do Estado, sujeito a ser caçado e executado.
Alguns países do Hemisfério Sul rebelaram-se contra esta situação, facilitando e incentivando a entrada de dissidentes do Hemisfério Norte; na maioria de técnicos e cientistas, que iniciaram a construção de uma cidade-fortaleza no Continente Antártico, que passou a chamar-se Cidade Antártica.
Os homens livres da recém fundada Nação Antártica; controlavam o clima mundial desde o Pólo, e a tirânica Nova Ordem Mundial não se atreveu a atacá-los com armas nucleares, para não ocasionar o derretimento do gelo, com o que os mares se elevariam, provocando a destruição de cidades costeiras.
Optaram pela tática que vinha dando certo para submeter às nações que se consideravam livres: os bloqueios naval e aéreo, além dos embargos comerciais. Antártica era uma nação poderosa, equipada com excelente força aérea e armas nucleares, o que a tornava totalitária, aos olhos dos amos do mundo.
Apesar do impasse, a Nova Ordem Mundial esperava submeter os habitantes da Antártida, cortar de raiz as rebeliões na América do Sul, Austrália e África do Sul, todas incentivadas por Antártida, o único lugar do mundo ainda livre de poluição.
Por causa da terrível ditadura mundial, os habitantes de Antártida resolveram fugir para outros planetas, aproveitando as descobertas e inventos dos cientistas ali reunidos.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - 21 de julho de 1969 – época atual.

Pru Atol-7752 passou algumas dificuldades para atravessar as barreiras da Suprema Confederação; dentro de cuja esfera está nosso Sistema Solar, uma espécie de reserva indígena composta por planetas que outrora foram colônia raniana; mas permitiram-lhe passar. Dirigiu-se para Calisto, onde por merecimento sua família possuía a concessão agrícola das luas, que eram um território milkaro encravado na esfera da Suprema Confederação. Este merecimento e outros privilégios, os milkaros possuíam devido à heróica luta de Milkar contra Alakros em defesa dos remanescentes de Ran, vários milênios atrás. Após cumprir suas obrigações em Calisto, Pru-7752 resolveu visitar a Terra. Tinha curiosidade por conhecer o mundo que originara aquela raça notável; descendente direta dos ranianos; que morava nas luas de Vurón. Raça esta, que em poucos anos organizara-se de maneira incrível, trabalhando sem parar, dominando o vôo espacial, construindo excelentes espaçonaves e apresentado combate aos piratas, que em vista disso diminuíram seus ataques. Não atacavam mais as fazendas, porém limitaram-se a atacar naves de transporte. Quando Pru-7752, na sua ida à Terra passou perto da Lua, deparou-se com uma nave rudimentar, orbitando em torno da mesma. Seus instrumentos lhe indicaram um ponto biológico de carbono dentro da pequena nave. Um exame mais detalhado da superfície da Lua lhe indicou a presença de outra pequena nave e dois pontos de vida caminhando na superfície. Isto lhe indicou que a ex-colônia raniana, embora com atraso, estava recuperando a viagem espacial. Mas os terrestres das luas de Vurón estavam bem mais adiantados do que os seus antigos inimigos que estavam aí embaixo. Embora seus estudos sobre o planetinha azul tenham lhe indicado que a guerra terminara há tempo, ele não podia determinar a reação dos exilados ou dos seus inimigos, se por ventura chegassem um dia a Júpiter. Pru resolveu apenas ver os seres de perto e depois ir à Terra para dar outra olhada, bem maior, para quando retornasse às luas, poder dar um relatório aos seus protegidos, nos quais confiava por merecimento; e que foram os primeiros da sua espécie em ir ao espaço. Pru não esquecia que seu pai tinha-os ajudado no passado.
Enquanto isso, na Lua, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, chocados, apavorados, perante o enorme disco, grande como uma cidade que pairava sobre eles; não atinavam a falar nem se mover.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - Abril de 1961 – época atual.

A década de 50 ficou para trás, junto com o descobrimento; pela estudante Zenja; discípula do professor Satrov, da Universidade de Leningrado; do crânio fóssil de Pru Atol Número Um em Sibéria. Seu descendente Pru Atol 7751 nunca saberá que os restos mortais que procurava estão na Terra, porque quando vê, desde sua base em Júpiter, a nave de Yuri Gagarin girando em torno do planeta azul; resolve informar e alertar seus amigos terrestres já estabelecidos nas luas de Júpiter, que seus mortais inimigos conseguiram subir para o espaço, embora em forma rudimentar; mas que se preparem; porque em algum tempo, talvez duas ou três gerações; seus inimigos terão condições de alcançá-los.
Em seguida resolve retornar a Milkar Prime, para colocar um fecho de ouro na sua gestão de 56 anos no Sistema Solar. Não voltará nunca mais, porém, na entrada da fenda espacial, entregará o disco de busca ao seu filho Pru Atol 7752; jovem cadete da Frota Estelar Imperial Milkara.
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Como sempre, clik na imagem para aumentar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mundos Paralelos - Ano 1945. Época atual.


Pru Atol-7751 chegou ao Sistema Solar em perseguição dos piratas espaciais milkaros, que em sua maioria eram remanescentes de antigas escaramuças cósmicas com as naves da Suprema Confederação. Aproveitando a rivalidade entre esta e o Tri-Estado, os piratas vendiam-se ao melhor pagador por armas e energia, já que o comércio interno de ambas esferas era muito intenso.
Também nas maiores luas de Júpiter, colonizadas pelos milkaros, aconteciam atos de pirataria. JustificarEm Calisto, a maior colônia agrícola milkara, cuja concessão permanente tinha pertencido à família Atol desde a época do velho Império Raniano; era preciso proteção contra os assaltos.
Calisto e Ganímedes comerciavam entre ambos os legumes de silício e carbono e transportavam estes produtos e outros para o entreposto de abastecimento de Plutão, onde as grandes belonaves da Suprema Confederação costumavam abastecer oxigênio e água. Mas, agora a pirataria ameaçava acabar com esse comércio.
O governador de Calisto achou que implantando uma raça guerreira nas luas, poderia acabar com a pirataria em meio prazo ou pelo menos enfrentá-la com sucesso.
E aconteceu que foi enviada uma expedição ao Quarto Planeta, onde ainda viviam os descendentes dos inferiores ranianos. Mas as coisas não seriam como o planejado.
Ao chegar, eles viram uma nave em forma de disco aproximando-se do quarto planeta, uma nave que parecia do mesmo modelo usado por Ran há milênios...
Uma nave proveniente do terceiro planeta. Uma nave cheia de seres que fugiam de uma guerra perdida; que fugiam de um mundo em que não podiam mais viver.
Uma nave chamada Haunebu-3.

Clik em Haunebu-3 e veja o vídeo.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Gilgamesh, O imortal - Continuação - O fim do horror


"Teu planeta está a salvo. Os korios não voltarão a esta região do cosmos depois deste desastre.
Tu eras o custodio da super vivência humana."

"Tua fraqueza poderia ter sido fatal. No universo quase nunca há duas oportunidades."












"Ele roubara-me um grande crime por grande piedade por mim e pouca por si mesmo."


"Novamente eu tinha falhado no meu encontro com o destino"

FIM

Gostaram? (Como sempre, click para aumentar)
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gilgamesh, O imortal - Continuação - A Arma Definitiva.


Impossível ditar moral para este momento e lugar.


Matar milhares, ou assistir ao final de minha raça?







Deuses! Tende piedade dos humanos!


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(Continua, é claro)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Pasado do Sistema Solar VI

8.000 anos antes de Cristo
No quarto planeta, Gopak, o solo já estava vermelho. Sua antes verdejante vegetação tinha adotado uma cor escura e sua agora tênue atmosfera, já não podia mais sustentar aqueles grandes animais voadores que agora se degeneravam em seres terrestres.
Os deuses tinham ido embora. Não havia nada útil para eles já, nem sequer água. Só restaram cinco vertentes importantes no planeta. Em torno delas tinham-se agrupado os gopakis.
Uma delas era Angopak, subterrânea; outra era Hariez, no meio de dois grandes lagos, permanentemente cheios graças à infiltração proveniente de um canal próximo. Mais ao sul encontra-se Darnián, na beira do mesmo canal.
Ao partir, os deuses deixaram suas máquinas, suas fábricas, seu conhecimento e muitos discípulos talentosos que reconstruirão o mundo ferido pelos restos de Ran, até um ponto no qual estancar-se-á. Mas isto acontecerá em alguns milênios. Sua raça pacífica, embora de velhos antecedentes guerreiros, vegetará em silêncio, como um fóssil, até que seja visitada por outra raça também guerreira; uma raça proveniente do Terceiro Planeta, que ao descobrir sua existência, comunicará aos seus congêneres com estupor:
–Marte está habitado!
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domingo, 4 de outubro de 2009

On Topic = Quadrinhos relacionados

Mundos Paralelos em quadrinhos

Estou programando uma publicação de alguns quadrinhos de SF, e já comecei com Gilgamesh, o Imortal, do fundo do baú.
Agora vou avançar mais e mostrar em breve os quadrinhos de Mundos Paralelos com textos de Gabriel Solis e Arte de André Lima; do qual estou publicando a introdução aos poucos.
Anexo uma reportagem de uma revista especializada em toda esta nerdagem.
Click para aumentar.
Até.
El Sarrah.



sábado, 3 de outubro de 2009

Gilgamesh, O imortal - Continuação - O pacto.

O pacto.

"O pacto do qual saí revestido de imortalidade, pacto no qual Utnaphistim, o marciano, conseguiu, graças a mim, escapar da armadilha em que para ele se havia convertido meu mundo, e em pago me inundou de fogo."

"Um fogo que penetrou até meus ossos e me transformou numa estátua de carne, na qual os séculos, e as centenas de séculos não conseguiram destruir..."









O colapso:
O desborde de tecnologia em mãos de seres ainda imaturos...

...que levou à explosão final...
...e à regressão...

E a humanidade nunca esteve tão indefesa como agora, justamente quando os predadores aproximavam-se...







Como sempre, click nas imagens para ampliar.

(continua, é claro)



sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Gilgamesh, O imortal - Continuação

Começam as recordações

"Os augúrios, o dia do meu nascimento foram tantos e tão estranhos, que nenhum sacerdote pode decifrá-los."
"Meus dias começaram"






"Passaram-se os anos, e minha idade era de quarenta e um anos, e uma noite..."


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(Continua)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sacudindo meus DVDs empoeirados.


Tropas Estelares 3

Este parece ser a verdadeira continuação do primeiro.
Nada a ver com o segundo, que para esta cronologia nem parece ter existido.
Johnny Rico, Casper van Dien, agora é coronel e sabe matar essas baratas vitaminadas.


O melhor de tudo, o que mais gostei como fanático trekker que sou, foi ver minha querida vulcana T'pol, de Enterprise.




A estonteante Jolene Blalock, é a intrépida capitã estelar Lola Beck. No primeiro filme esse papel foi de Denise Richards, a capitã Carmen Ibañez. Jolene conhece bem o espaço interestelar e comanda bem uma nave de dobra.
Gostei de ver de novo.

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O Pasado do Sistema Solar V


A queda do Império Raniano...
...produziu-se por todos estes fatos. Os ranianos defenderam corajosamente seu sistema ao alto preço da destruição do seu mundo-mãe.
Alakros; cuja esfera media cinqüenta mil anos-luz de diâmetro, atrás da constelação do Escorpião, perdeu trinta milhões de belonaves, o grosso da sua frota, com o que não pôde continuar controlando sua esfera. Milkar, então, invadiu a esfera alakrana, provocando o fim da ocupação em mais de mil planetas importantes. A notícia espalhou-se e em quase dez mil planetas estourou a revolução. Séculos depois, o Império entrou em colapso. Milkar conseguiu sitiar o próprio planeta Alakros, e este, para romper o sítio teve que chamar a todas as belonaves remanescentes espalhadas pela esfera, dando lugar a uma pavorosa batalha na qual ambos bandos sofreram perdas terríveis e totais. A frota milkara foi destruída, mas Alakros já não conseguiu recuperar-se e não pôde contra-atacar. Então sobreveio uma paz cósmica que durou
dez mil anos. Os impérios estavam demasiado ocupados curando suas feridas, para pensar em guerras. Nesse meio tempo, os ranianos já tinham sido sufocados em suas colônias e Ran já não existia, nem como mundo, nem como Império.
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